crítica | Vidas às deriva
- Carlos Vilaça
- 2 de ago. de 2018
- 1 min de leitura

Ninguém será capaz de sanar a dor de perder alguém que ama, logo no contexto de um acidente marítimo. Nesta trama, cujo intuito era a relação de duas pessoas que se apaixonavam e a jornada delas ao desbravar o mundo. Faz com que um evento trágico se torne notável e reflexivo. O filme simplista de Baltasar Kormákur, retrata justamente essa abordagem, te faz refletir o quanto a vida e o amor podem ser brevemente momentâneos na vida de muitos. A narrativa é clara, ao mostrar uma Shailene Woodley transparente, sem maquiagem e com grande potencial de atuação te convencer que o simples também se agrada, e de Sam Claflin um romancista contemporâneo de afeições claras e expressivas, formando um belo casal em contracena. O enredo fica por conta do náufrago causado por uma tempestade em auto mar, com efeitos especiais sem muito exagero e maestria provados de um clímax aplicado em dosagem certa na trama. O desfecho, contendo uma trilha sonora comovente e a apresentação dos personagens reais na conclusão de suas histórias. Um filme cativante, simples e comovente, que não inova em nenhum quesito, com atuação rasa, assim como seu roteiro.
Nota 3/5
Crítica por Carlos Vilaça
Data de lançamento 9 de agosto de 2018 (1h 38min) Direção: Baltasar Kormákur Elenco: Shailene Woodley, Sam Claflin, Jeffrey Thomas mais Gêneros Drama, Romance, Aventura Nacionalidade EUA

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