[crítica] venom 2: Tempo de Carnificina
- Carlos Vilaça
- 5 de out. de 2021
- 1 min de leitura
Se você viu a crítica que fizemos de Venom (2018), sabe que esse seria o famoso filme para “curtir uma tarde”.
Venom: Tempo de Carnificina pode ter se superado com relação a sua sequência anterior com o fato de termos uma vibe muito mais cômica e leve. O filme remete a trajetória do anti herói lidar com seu parasita e lidar com vilões que aparentemente são causados por ela. Isso fica claro quando Eddie Brock (Tom Hardy) tem seus momentos de camaradagem e conflitos estilo marido e mulher.
Mas o terror não foi deixado de lado. O filme apresenta esquetes com cenografia mais escura e efeitos mais darks. Com a aparição de Cletus Kasady, Venom terá um novo inimigo muito mais forte para enfrentar. A trama de Cletus é bem extensa e completa, porém o filme se apressa a contar a história, o que dá um sentimento de várias informações cuspidas de uma só vez no seu roteiro.
Crítica: Luana Feijão
Nota: 2,7/5



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