Crítica | rocketman
- Carlos Vilaça
- 30 de mai. de 2019
- 1 min de leitura
Rocketman retrata claramente a ascensão de um jovem rapaz cujo nome
Reginald Kenneth Dwight, passa a ser mundialmente conhecido como Elton John.
Em uma infância conturbada com os pais, inclusive o mau relacionamento com o seu pai, Elton recorre a música e ao estrelismo.
O filme já começa com a narrativa de Elton em uma sessão de reabilitação e a partir disso vai relatando todas as suas experiências inclusive o seus vícios em drogas, sexo e compras.
O filme tem uma narrativa bem segmentada com a música, os atores interpretam de uma maneira esplêndida cada canção do cantor e há notoriamente um desenvolvimento desde a introdução ao clímax. O filme é muito bem dirigido, editado, produzido e escrito.
O roteiro bem adaptado esclarece que o filme é o lado mais íntimo e pessoal do cantor e isso cativa quem o assiste.
Já nas interpretações Taron Egerton ( Elton John) mergulha de cabeça na caracterização do personagem e muitas vezes passa a real impressão que é o próprio cantor.
O filme com uma narrativa simplista, detalhista e bastante musical cativa quem já acompanha a vida da carreira musical ou quem esteja conhecendo essa biografia agora, valendo muito a ida ao cinema.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 4,8/5
Título: Rocketman (Original)
Ano produção: 2019
Dirigido por: Dexter Fletcher
Estreia: 30 de Maio de 2019 ( Brasil )
Duração: 121 minutos
Classificação: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Biografia, Drama Musical
Países de Origem:
Estados Unidos da América,
Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte



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