[CRÍTICA] Querido Evan Hansen
- Carlos Vilaça
- 12 de nov. de 2021
- 1 min de leitura
Com indicações ao Emmy e vencedor do Tony de 2017, Ben Platt apresenta o musical " Querido Evan Hansen " as telinhas do cinema. E com ninguém menos Stephen Chbosky dirigindo o longa, com o histórico de Extraordinário (2017), As Vantagens de Ser Invisível (2012) e A Bela e a Fera (2017) no seu currículo. O filme retrata as relações turbulentas da adolescência na escola, e um mundo invisível e difícil de se lidar. Evan é um rapaz sensível, criativo e muito imaginativo. Conhece brevemente Connor ( Colton Ryan), no qual ele se suicida e gera a trama dessa história. A atuação de Ben Platt está perfeita e vende muito bem um personagem problemático e sonhador. O filme tem uma boa direção e em algumas canções elas simplesmente encaixam bem na trama. Porém, dentre todas gostei principalmente de duas delas. Inspira as emoções do Evan e sensibiliza. O longa aborda a saúde mental, a convivência com a família, a empatia e o solidarismo. Como uma ótima opção de drama/musical para os cartazes de cinema.
Crítica Carlos Vilaça Nota: 4,0/5



![[CRÍTICA] a lenda de ochi](https://static.wixstatic.com/media/fc2458_37ff092058fb45698e66aa02d07a11f3~mv2.jpg/v1/fill/w_495,h_619,al_c,q_80,enc_avif,quality_auto/fc2458_37ff092058fb45698e66aa02d07a11f3~mv2.jpg)
Comentários