Crítica | Projeto Gemini
- Carlos Vilaça
- 10 de out. de 2019
- 1 min de leitura

O novo filme Novenstista de Ang Lee ( As Aventuras de Pi) remete ao gênero carregado de referências da década passada com uma tecnologia super avançada e realista.
O longa filmado em 3D+ com 120 frames por segundo, supera para se ter uma ideia o ' Hobbit' que na época utilizou 48 fps em tecnologia HFR. Com ângulos abertos que criam a sensação de imersão, da se uma unificação ao trabalho fotográfico de Ang e uma visão bem ampla de espaço e cenografia.
Contudo o filme erra em alguns aspectos como roteiro raso e pouco desenvolvido, erros de continuidade, diálogos pouco estruturados e clímax alongado demasiadamente. Os personagens de Will Smith ( Henry Brogen/ Junior Verris) são pouco desenvolvidos na trama e também de seu antagonista de Clive Owen ( Clay Verris) em um personagem datado, previsível e com uma justificativa de projetar clones para deter o protagonista da trama.
Com a produção de Jerry Bruckheimer, roteiro de David Benioff e direção de Ang Lee nomes de peso com uma obra tão singular e simplória ao cinema, capaz de surpreender ao público que vá ao cinema apenas para se distrair e não refletir sobre um tema de qualidade.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 3,4/5
Título: Gemini Man (Original)
Ano produção: 2019
Dirigido por: Ang Lee
Estreia: 10 de Outubro de 2019 ( Brasil )
Duração: 117 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero:Ação, Drama, Ficção Científica
Países de Origem: Estados Unidos da América

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