Crítica | Os Incríveis 2
- Carlos Vilaça
- 28 de jun. de 2018
- 1 min de leitura

Demorou catorze anos para a o melhor filme do Quarteto Fantástico, também conhecido como "Os Incríveis", ter ganhado uma continuação. Demorou, mas valeu a pena.
Nos distantes 2004 o cinema com super-heróis engatinhava, cenário totalmente diferente de hoje, que todo mês tem uns quinze. Isso tira um pouco do ineditismo de "Os Incríveis 2", mas dane-se, a história nunca foi mesmo sobre super-poderes.
O filme já começa imediatamente de onde o primeiro parou e responde aquela dúvida que nos importunava a muito tempo, o que aconteceu depois que o Escavador apareceu?
O início do filme é espetacular, com uma cena de ação gigantesca, capaz de maravilhar o mais chato e marrento adulto. Ainda deslocados depois do primeiro filme, sobre assumir suas vidas normais ou voltar a ativa no ramo do super heroísmo, o roteiro coloca um milionário querendo trazer a era de ouro dos encapuzados de volta. Só que dessa vez, quem toma a frente é a Mulher-Elástica, e vou dizer QUE MULHER F*DA!
Como era de se esperar, Edna Moda e Gelado roubam a cena toda vez que aparecem, e sinceramente cada um merecia um filme.
Outro que tem seu espaço em tela aumentado é o Zezé, é impressionante como ele vai de coisinha mais fofa até o filho do capeta. A cena dele com o guaxinim no quintal vale todo o filme.
A trama pode sim não ser lá das mais originais, mas é totalmente carregada de coração e emoção, realmente como um família tem que ser, tendo ela poderes ou não.
Os Incríveis voltaram e vou te dizer uma coisa, eles continuam INCRÍVEIS!
Nota:5/5
Crítica por Fábio Sohfer

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