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Crítica | O Pintassilgo

  • Foto do escritor: Carlos Vilaça
    Carlos Vilaça
  • 10 de out. de 2019
  • 1 min de leitura


Com as novas produções cinematográficas realizadas por estúdios de streaming, exclusivamente para o cinema, algumas surtem efeito positivo e outras adaptações já nem tanto nessas plataformas. Como no caso de 'O Pintassilgo'.

As mais de 700 páginas do romance de Donna Tartt são condensadas ao longo de 149 minutos, privando a história de Theo Decker (Ansel Elgort/Oakes Fegley) de todas as suas nuances. Aos 13, ele sobrevive a um atentado à bomba em um museu, mas perde a mãe. Em meio à destruição, Theo salva O Pintassilgo, a pintura de Carel Fabritius que se transforma em um vínculo com aquele momento trágico. Com essa trajetória o filme se perde em muitos aspectos, onde é pressuposto várias ideias no longa que não se desenvolvem, sem contar de uma má adaptação no roteiro, cortes mau editados, extensão desnecessária de cenas e contra cenas, salvando apenas atuações de atrizes como Sarah Paulson ( madrasta Xandra), e Nicole Kidman ( Mrs Barbour) que já são consagradas na dramaturgia.

O filme com vários defeitos, se torna cansativo, alongado, monótono e tão pouco atraente ao fato de se prender em tantas horas em uma sala de cinema, não fazendo jus a sua história original tão conceituada e premiada dos livros.

Crítica Carlos Vilaça

Nota: 2,2/5

Título: The Goldfinch (Original)

Ano produção: 2019

Dirigido por: John Crowley

Estreia: 10 de Outubro de 2019

Duração: 149 minutos

Classificação: 12 anos

Gênero:Drama

Países de Origem: Estados Unidos da América

 
 
 

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