Crítica | o mistério do relógio na parede
- Carlos Vilaça
- 20 de set. de 2018
- 1 min de leitura

A arte de inovar nem sempre funciona para diretores e atores que já ficaram datados no mercado Hollywoodiano.
A direção se faz como referente a diversos outros títulos do diretor , mas se confunde na roteiragem. O roteiro não desenvolve, não inova, ele mantém uma visão já pressuposta. Sem contar de tantos outros absurdos na narrativa, que não evoluem e são óbvias na trama.
Jack Black não muda, mantém a sua mesma atuação e essência expressionista, e o personagem principal Lewis (Owen Vaccaro) não convence com a melodramática que deveria ser proposta.
Destaque total para a atriz Cate Blanchett que segura todo o filme e de alguns raros efeitos especiais.
O filme se perde no intuito de entreter crianças e aborrece os adultos que assiste ou que somente acompanha. A visão de direção do Eli Roth se perde nesse novo conceito comumente criado com o roteirista Eric Kripke, fazendo ser fraco quanto ao gênero de ficção e fantasia.
Crítica Carlos Vilaça
Nota 1.5/5
Título original: The House with a Clock in its Walls
Nacionalidade: EUA
Gêneros: Terror, Fantasia
Ano de produção: 2018
Estréia: 20 de setembro de 2018 (Brasil)
Direção: Eli Roth
Roteiro: John Bellairs, Eric Kripke
Produção: Bradley J. Fischer, Laeta Kalogridis, Eric Kripke, W. Mark McNair, Tracey Nyberg, James Vanderbilt
Trilha sonora: Nathan Barr
Direção de fotografia: Rogier Stoffers
Direção de arte: Andres Cubillan, Walter P. Martishius
Decoração de set: Ellen Brill, Tommy Wilson
Figurino: Marlene Stewart
Estúdios: Amblin Entertainment,Mythology Entertainment
Distribuição: Universal Pictures

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