[CRÍTICA] O Esquadrão Suicida
- Carlos Vilaça
- 5 de ago. de 2021
- 1 min de leitura
Com uma nova visão sobre a classe de vilões da DC comics, somos apresentados aos novos personagens pelo visionário diretor James Gunn.
James trabalha de uma forma bastante fidedigna aos quadrinhos, ele faz jus ao nome da equipe: “Esquadrão Suicida”, porque realmente é suicida.
Os personagens são crescentes e desenvoltos na trama e completamente agressivos, lunáticos e sanguinolentos. Por falar de sangue, há uma chuva corrente dele durante toda a exibição do filme, desde a mutilações, tiros, cortes, massacres a luta corpo a corpo transgredindo em violência e muita ação.
Os personagens são cativantes e já adianto que não crie nenhuma expectativa, pois muitos morrem ao longo do filme.
Fiquei na espera de uma trilha sonora melhor, mas os efeitos sonoros são cabíveis de aceitação.
As cenografias estão bem construídas, a fotografia é bastante realística. James Gunn sabe colocar seu olhar profissional nessas características técnicas.
Em suma o filme remete a proposta que quer aplicar: trazer o terror vilanesco ao público e às telas de cinema de todo o país.
crítica: Carlos Vilaça
Nota: 4,8/5
Revisão de texto: Lucas Feijão



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