[CRÍTICA] O BECO DO Pesadelo
- Carlos Vilaça
- 27 de jan. de 2022
- 1 min de leitura
Guilhermo del Toro, marca sua presença no cinema com filmes dirigidos na narrativa lúdica e sombria em muita das vezes. Na obra O Beco do Pesadelo, adaptação de “O Beco das Almas Perdidas”, de 1947, um filme clássico com ambientação tido em base circense num ambiente sombrio e desconhecido. Atuando de forma excepcional Bradley Cooper ( Stan Carlisle) apresenta nos um personagem bem caracterizado e muito bem desenvolvido na trama. O longa dirige se a forma de " O vidente" só que com um personagem vigarista na narrativa. E o filme tem grandes pesos escalados como Toni Collete, Willem Dafoe, Kate Blanchett, Roney Mara e mais. Guilhermo investe em uma direção diferente já produzida, se comparada aos seus outros filmes. Isso pode afetar um pouco aos conhecedores de suas obras, mas apresenta um novo espaço e chance de ser reconhecido . Talvez Cooper não seja indicado ao Oscar 2022, pois já existem grandes nomes cotados a melhor ator, porém há aquela esperança que o " O Beco do Pesadelo" tenha algum mérito de alguma indicação esse ano. Crítica: Carlos Vilaça Revisão textual: Lucas Feijão Nota: 4,0/5



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