Crítica | megatubarão
- Carlos Vilaça
- 9 de ago. de 2018
- 1 min de leitura
O filme explora o gênero Filme B, contudo recorre ao orçamento milionário da China, produzindo essa classe de terror barato e cômico que cumpre propositalmente com esse intuito. O longa leva a produção dos maiores orçamentos já investidos e produção independente de conteúdo estrangeira.
Com Jason Statham no elenco em papel principal, o mesmo investe no heroísmo popular americano sem muitas novidades e expectativas de proporções na atuação . Com a dramaturgia forçada, atuações ruins, roteiro raso, efeitos especiais dignos de cenas sequenciais marítimas de primeira , ele cumpre bem esse papel e premissa. Um longa pronto, não pensante , sem elo de raciocínio a quem assista.
O filme apresenta várias referências a classe do gênero , desde Piranhas ( 1978) , ao Tubarão ( 1975) de Steven Spielberg, com um roteiro alongado, cansativo, diálogos mau desenvolvidos e de alívio cômico com a atriz mirim Shuya Sophia Cai, dando destaque ao seu papel de personagens recorrentes a trama.
No final da narrativa somos mergulhados literalmente numa trilha sonora de Hey Mickey na versão Chinesa , bem ridícula explorando o que há de pior na classe a tipologia do gênero. Típico filme ruim, mas que amamos odiá lo.
Crítica por Carlos Vilaça
3/5
Dados Técnicos
Título: The Meg (Original)
Ano produção: 2018
Dirigido por: Jon Turteltaub
Estreia: 9 de Agosto de 2018 ( Brasil )
Duração: 113 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero: Ação, Ficção Científica ,Terror
Países de Origem: Estados Unidos da América



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