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Crítica | Mamma mia 2: lá vamos nós de novo

  • Foto do escritor: Carlos Vilaça
    Carlos Vilaça
  • 2 de ago. de 2018
  • 2 min de leitura

Com uma adorável introdução de ' When I Kissed The Teacher' , somos novamente transportados a narrativa leve e doce de ' Mamma Mia 2: Lá vamos nós de novo'. E é com essa canção e carisma da atriz Lily James, a qual interpreta a jovem Donna Sheridan cumpre o seu papel de destaque, sendo a escolha ideal da protagonista escalada a dar voz e interpretação a Donna, por anos atrás interpretada pela saudosa Meryl Streep. O subtítulo ' Lá Vamos Nós de Novo' , remete justamente a isso, reviver os personagens que nos cativam. Donna Sheridan ( Lily James; Meryl Streep), Sophie ( Amanda Seyfried), Bill Anderson ( Josh Dylan; Stellan Skarsgård), Sam Carmichael ( Jeremy Irvine; Pierce Brosnan), Harry Bright ( Hugh Skinner; Colin Firth) retornando como os pais da Sophie, inclusive em suas fases joviais e de como conheceram Donna, seus casos amorosos. Também no elenco e na trama as inseparáveis animadas amigas Rosie ( Alexa Davis; Julie Walters), e Tanya ( Jessica Keenan Wynn; Christine Baranski) que, como sempre envolvem e divertem trazendo sentido mais cômico a narrativa. E desta vez a grande novidade na escalação de elenco, Cher que dá vida e maestria a personagem Ruby Sheridan, avó materna de Sophie, que a propósito a mesma nos encanta com a interpretação musical de ' Fernando'. O roteiro é conciso e bem desenvolvido, tanto explicativo e cômico. A direção fica por conta de Ol Parker , diretor dos filmes de ' O Exótico Hotel Marigold' e sua sequência ' O Exótico Hotel Marigold 2'. Produções de Judy Craymer e Gary Goetzman, música composta por Benny Anderson, Anna Dudley e Björn Ulvaus, vocalista do ABBA, inclusive aparece em uma das cenas no longa. Vale destacar claramente notória ausência de Meryl Streep, contudo explica se no filme, e de Lily James, substituída e graciosa , atuando em perfeita desenvoltura, dando brilho e carisma a personagem principal. Trilha sonora fica em carro chefe de ' I Have a Dream' em canção original, e desfecho da narrativa com a emocionante ' Super Trouper'. Valendo a ida ao cinema, e esses anos todos de espera , sendo um dos melhores filmes musicais do ano.

Nota 4/5 Crítica por Carlos Vilaça


 
 
 

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