crítica | halloween (2018)
- Carlos Vilaça
- 23 de out. de 2018
- 1 min de leitura

Um dos clássicos mais marcantes dos anos 70 retorna em mais um episódio de sua renomada franquia. Com abertura totalmente remetida na década que passou, Halloween é um filme slasher que faz jus em suas próprias referências. Com uma produção bem realizada, Jamie Lee Curtis retorna no papel da protagonista Laurie Strode cujo intuito é na sua sobrevivência do assassino em série Michael Myers ( Nick Castle) , em uma espetacular atuação e o filme portando bons atores escalados em seu elenco. A trilha sonora produzida por John Carpenter, remete a esse antigo universo e trás a trama o senso de suspense e terror desejado. O roteiro é bem desenvolvido, possue uma notável crescente da introdução até o seu clímax e o filme consegue ser bastante explicativo para quem o assiste pela primeira vez sem ter visto os demais da franquia. O longa é bem dirigido, muitas de suas cenas são com o quadro amplo, remetendo posições de personagens de contracena e criando o ar de suspense e terror melodramático, nostálgico e com leves toques de trash, consegue prender o espectador com cenas que vão de perseguições, assassinatos e leves alívios cômicos. Sem sombra de dúvidas sendo um dos melhores lançamentos do gênero ao cinemas. Crítica Carlos Vilaça
Nota: 4.3/5
Título: Halloween (Original) Ano produção: 2018 Dirigido por: David Gordon Green Estreia: 25 de Outubro de 2018 ( Brasil ) Duração: 109 minutos Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos Gênero: Suspense, Terror Países de Origem: Estados Unidos da América

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