CRítica | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível
- Carlos Vilaça
- 25 de ago. de 2018
- 1 min de leitura

O filme investe na nostalgia, quando criança em como as coisas eram tranquilas, leves e divertidas. E o roteiro de Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível remete a isso, te fazer relembrar e sonhar.
Com um título bem sugestivo ao passado, o filme dá continuidade ao desenho originalmente exibido em 1990 , levando a narrativa de uma transição do personagem Christopher criança a fase adulta, e principalmente de todos esses dilemas que enfrentamos nela.
O longa trás consigo expressões bastante emotivas, sugestivas ao empatismo humano e de forte teor ao sensível e familiar.
Com alguns efeitos de filmagem focando em rosto e gestos linguísticos corporais ele expressa essa principal característica, outrora da passagem de um ambiente escuro e nublado ao claro e cheio de vida, fazendo alusão a fases e momentos.
A atuação brilhante de Ewan McGregor dá carisma ao personagem principal e continuidade a trama em todo o momento, seja na introdução, clímax ao seu desfecho.
Com uma fotografia linda, um figurino detalhado e bem caracterizado e um roteiro desenvolvido, sem sombra de dúvidas fazem ser uma das melhores estreias do cinema nesse fim de semana.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 4/5
Título: Christopher Robin (Original)
Ano produção: 2018
Dirigido por: Marc Forster
Estreia: 16 de Agosto de 2018
Duração: 103 minutos
Classificação: L - Livre para todos os públicos
Gênero: Fantasia
Países de Origem: Estados Unidos da América

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