crítica | bohemian rhapsody
- Carlos Vilaça
- 31 de out. de 2018
- 1 min de leitura

Bohemian Rhapsody é um filme biográfico que entretém e emociona. Em alguns aspectos em seu roteiro as duas horas e meia de filme, ficam mal estruturadas pela direção e adaptação mesmo. Digo isso, pois a introdução é bem frenética e o filme vai remetendo a diversas diretrizes de gêneros que causam confusão, mas o filme ganha mesmo com a atuação de todo o elenco escalado.
Que a propósito, lembram bastante todos os reais integrantes da banda Queen.
Por mais um problema de roteiro, para quem for fã, vai notar certa passagem de tempo errônea, como a vinda ao Rio e na composição de algumas músicas.
Já na atuação de Rami Malek, ele expressa uma forma tão sensível de Freddie Mercury, e com gestos tão semelhantes que ganham o espectador o qual assiste.
Também com uma fotografia bem fiel a imagem dos anos 70 e um figurino bem realizado, o filme encanta ao lembrar esse começo de surgimento da banda e o estrelato de Mercury.
Em resumo, o filme brilha na atuação e no sensibilismo o que faz cativar e torcer pela indicação de Melhor Ator na Academia do Oscar.
Músicas marcantes do Queen, clímax envolvente e diálogos bem construidos, "Bohemian Rhapsody" é a opção ideal de indicação da estreia de cinema dessa semana.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 4.0/5
Título: Bohemian Rhapsody (Original)
Ano produção: 2018
Dirigido por: Bryan Singer
Estreia: 1 de Novembro de 2018 ( Brasil )
Duração : 134 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero: Biografia, Drama e Música
Países de Origem:
Estados Unidos da América, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

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