Crítica | Aves de Rapina: Arlequina e sua emancipação fabulosa
- Carlos Vilaça
- 6 de fev. de 2020
- 1 min de leitura

Entre levar o senso do ridículo e uma narrativa sobre libertação pessoal, Aves de Rapina: Arlequina e sua emancipação fabulosa, retrata sobre o empoderamento feminino e a libertação de probelmas como relacionamento abusivo.
Como possa parecer, o filme conta um assunto sério em narrativa completamente desproposital e ridículo, com uma boa narrativa da personagem principal fazendo amar ainda mais o personagem e atriz Margot Robie pela sua atuação. Introduz as personagens Caçadora (Mary Elizabeth Winstead ), Canário Negro ( Jurnee Smollett), Renée Montoya ( Rosie Perez) e do Máscara Negra ( Ewan McGregor).
Em expectivas já feitas pelas fãs, esse filme retrata o melhor de ' Esquadrão Suicida' que deveria ter sido feito.
Alegre, colorido, engraçado, com muitas cenas sequenciais de ação, boa narrativa e atuação, um filme curto e direto com boa introdução a novos personagens.
Particularmente gostei muito dos núcleos e da cenografia dos atos finais do longa.
Vale a ida no cinema conferir a obra.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 4.0/5
Título: Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn) (Original)
Ano produção: 2020
Dirigido por Cathy Yan
Estreia: 6 de Fevereiro de 2020 ( Brasil )
Duração: 108 minutos
Classificação 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Ação
Países de Origem: Estados Unidos

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