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crítica | alita - anjo de combate

  • Foto do escritor: Carlos Vilaça
    Carlos Vilaça
  • 14 de fev. de 2019
  • 1 min de leitura

Com um roteiro e características baseadas em cultura oriental, Alita - Anjo de Combate investe na adaptação às telas ocidentais. Baseado no mangá Gunnm, de Yukito Kishiro, a trama se passa no ano de 2563 e acompanha Alita (Rosa Salazar), uma ciborgue encontrada no lixão pelo Dr. Ido (Christoph Waltz), que passa a cuidá-la como se fosse sua filha. Sem memórias, ela procura encontrar seu lugar no mundo e descobrir quem é e de onde veio. Até aí com uma boa apresentação aos personagens o longa passa a ser efetivo, apenas se perde no seu clímax que o torna alongado demais, cansativo, raso, cheio de clichês e de diálogos um tanto quanto romantizado. Os efeitos especiais são muito bem desenvolvidos ao longa e é nisso que prende o espectador, muitas das sequências de ação aparenta dúvida ao que é real e CGI. A direção torna se mediana e o roteiro que deveria seguir fiel a obra original do mangá um pouco desenvolvido. É uma obra de Ficção científica que entretém e nada mais do que isso.

Crítica Carlos Vilaça Nota 3.2/5


Título: Alita: Battle Angel (Original)

Ano produção: 2019

Dirigido por: Robert Rodriguez

Estreia:14 de Fevereiro de 2019 ( Brasil )

Duração:122 minutos

Classificação: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos

Gênero: Ação

Países de Origem:

Canadá, Estados Unidos da América


 
 
 

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