Crítica | Brooklin - sem pai nem mãe
- Carlos Vilaça
- 5 de dez. de 2019
- 1 min de leitura

O filme com a narrativa dos contos da década de 50, marca com a atuação de Edward Norton interpretando Lionel Esrrog, cujo personagem sofre do transtorno da Síndrome de Tourette. O personagem, até bem caracterizado, se torna marcante na trama, apresentando uma crescente desde a sua introdução até o desfecho. A narrativa acompanhada com nuances de mistério e de alguns alívios cômicos consegue ser boa, contudo pelo estilo letárgico ( propositalmente) torna-se um filme massante de se ver pela duração.
A escalação do elenco com Bruce Willis, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin, Bobby Canavale faz dele uma obra noir Cult interessante de se ver, contudo pode não agradar o grande público ou aficionados fãs do gênero de suspense.
Crítica Carlos Vilaça
Nota: 3,5/5
Ficha técnica
Nome Original: Motherless Brooklyn
Cor filmagem: Colorida
Origem: EUA
Ano de produção: 2019
Gênero: Drama, Policial
Duração: 144 min
Classificação: 16 anos
Direção: Edward Norton
Elenco: Edward Norton, Bruce Willis, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin, Bobby Canavale

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